1930:
A Banda de Música e um Grupo de Teatro, polarizaram durante anos o interesse e a participação do povo e foram motivo de orgulho para a pequena localidade.
Na década de 30, algumas vicissitudes, obrigaram a que o edificio-sede fossa a hasta pública, por incumprimento de obrigações com fornecedores. De novo três dedicados Sócios não permitiram que o sonho da sua geração se esfumasse, foram eles; José Alves Dunões, Júlio Francisco Malhão e Ernesto Marcelino Pedroso, que com o seu gesto, adquirindo o edifício permitiram que o património da Colectividade continuasse na posse dos associados.
1938:
A Banda de Música deu lugar a um grupo de Música; "Troupe-Jazz, os Renovadores", a que sucedeu, anos mais tarde, a orquestra "Os Morenos".
No teatro, o grupo dramático "Os Morenos", ensaiavam e exibiam peças dramáticas, comédias e operetas, daí a necessidade da existência de um fosso para os músicos que ainda hoje existe.
Pioneira no Concelho na exibição de filmes, ainda nos tempos do cinema mudo, a SFUP possuía inclusivamente um gerador de energia para iluminação da sala e funcionamento da máquina de projectar, também de sua propriedade.
1939:
Ante-estreia do filme "Aldeia da Roupa Branca", na SFUP.
Foi o reconhecimento do seu mérito como colectividade e uma justa homenagem ao Concelho. Mais tarde a protagonista do filme, Beatriz Costa, foi homenageada nesta casa.